A FORÇA MUNICIPAL QUE IGNORA SEUS PRÓPRIOS AGENTES
"Fica a Dica Servidor " idealizado por Paulo Márcio
A FORÇA MUNICIPAL QUE IGNORA SEUS PRÓPRIOS MEMBROS .
Por GCM Paulo Márcio
É incompreensível que a guarda municipal da capital do Rio de Janeiro ignore a expertise dos seus agentes. Basta analisar o edital para ingresso na força municipal.
O edital deveria priorizar os membros do efetivo por serem guardas municipais , e não dificultar o acesso deles com exigências demasiadamente exageradas a ponto de algumas delas sequer serem cobradas nos certames de outras carreiras da área de segurança pública. Ele devia focar no conhecimento que muitos deles trouxeram como vigilantes de carro forte, das forças armadas, da polícia militar , de outras guardas municipais. e mesmo da vivência na carreira pública.
Sobrelevar que muitos já possuem CRAF’s e habilidades no manuseio com armas de fogo , mas , mesmo assim, tiveram suas seleções interrompidas em razão de critérios que apenas observam a teoria e nunca a prática do guarda municipal no trabalho de rua.
.A publicação interna mostra haver um complô e desejo político daqueles que a elaboraram . A ideia é a de reprovar o maior número possível de GCM'S e abrir brechas para que estranhos aos quadros sejam inseridos na força municipal. Daí, solicitar documentações até nunca requeridas nos comunicados das polícias civil e militar, do corpo de bombeiros militar, das guardas municipais, polícia rodoviária federal, polícia federal e polícia penal , restando evidente fazer mais exclusão. Isso sem mencionar a urgência para os pedidos de atestado médico, exames de saúde…., imediatamente.
Outro item contestado faz referência aos testes de aptidão física aplicados, por exemplo, para agentes com vinte e poucos anos de idade serem iguais àqueles adotados a pessoas de idade acima dos cinquenta e cinco anos . Isso é injusto e desproporcional à medida que a habilidade e a força física de uma pessoa mais jovem vão se sobressair daquelas com idades mais avançadas. Logo, a lógica , as circunstâncias e a imposição dos exercícios favorecem os mais jovens.
Esclarecer que a administração pública, no tocante ao princípio da isonomia, determina no serviço público a necessidade de que “todos” sejam tratados de forma igualitária. Ainda mais de uma mesma categoria. Um outro ponto a se observar diz respeito ao CNPJ utilizado pela “força municipal” ser da autarquia Guarda Municipal do Rio de Janeiro. Que o dinheiro gasto com aquisição de uniforme, veículos, armas , equipamentos dentre outros são pagos com recursos da GMRIO.
Então, não há como fazer distinção entre o agente da guarda municipal e o servidor da força municipal, porque ambos , sem exceção, são pertencentes a uma mesma categoria.
Mesmo assim, querem fragmentar a categoria, diferenciando-os por meio do uniforme , das viaturas e pagando valores mais altos a um grupo dos agentes como um jeito de poder domina-los.
Paulo Márcio é o idealizador, redator e editor do BLOG FICA A DICA SERVIDOR.
Graduado em Letras, pós graduado em Administração de Casas Legislativas e MBA em comunicação e marketing político.

Guarda é Guarda e ponto final, não tem que separar, todos fizeram concurso e todos exames para entrar.
ResponderExcluirBoa tarde caro leitor!
ExcluirObrigado pelo seu feedback.
Pensamentos iguais neste sentido.
Se já passaram por etapas no concurso , não existe sentido fazer tudo novamente para usar armamento.
Mas, concordo que todos devem participar de treinamento para uso de arma de fogo. " Todos, excetuando -se agentes com problemas psiquiátricos.
Abraços Paulo Márcio
Concordo plenamente que está havendo segregação e distinção através desse processo seletivo quando na verdade deveria haver o aproveitamento da expertise de servidores que já estão em plena atividade há mais de três décadas E até em função desta atividade muitos se encontram no quadro de readaptados e foram excluídos do processo seletivo sem haver uma avaliação das condições de cada indivíduo não deixando possibilidade de cada funcionário mostrar que independente de sua readaptação ainda consegue contribuir para atividade fim.
ExcluirBoa tarde meu caro leitor!
ExcluirObrigado pelo seu feedback.
Pelo que consta, os readaptados já fazem trabalho operacional dentro das unidades. Diferente daquilo que ocorre com vários guardas municipais prontos que prestam serviço administrativo.
Então, o que difere eles dos readaptados ?
Readaptação não é exclusão. É apenas uma forma de proteger o servidor que por tantos anos deu a vida pela instituição.
Abraços Paulo Márcio
Boa tarde meu caro leitor!
ExcluirObrigado pelo seu feedback.
Pelo que consta, os readaptados já fazem trabalho operacional dentro das unidades. Diferente daquilo que ocorre com vários guardas municipais prontos que prestam serviço administrativo.
Então, o que difere eles dos readaptados ?
Readaptação não é exclusão. É apenas uma forma de proteger o servidor que por tantos anos deu a vida pela instituição.
Abraços Paulo Márcio
Parabéns pela coragem de explicar explicitar,tal anomia, tem sim um objetivo.Alem do político: O rj além dessa realidade inesplicavel de segurança pública. A Guarda Municipal da capital sofre toda pressão do lado negativo da segurança pública.Aqueles que o prefeito disse que eram agências reguladoras do crime organizado.
ResponderExcluirBoa noite caro leitor!
ExcluirObrigado pelo seu feedback.
Esse é o papel do BLOG fica a dica servidor. Trazer a tona as mazelas pelas quais passam os servidores da autarquia Guarda Municipal. Contamos com você na próxima matéria.
Abraços Paulo Márcio